RODADA 1
CRUZEIRO x REAL MADRID
CORINTHIANS x INTER DE MILÃO
BARCELONA x RIVER PLATE
ATLETICO x INTERNACIONAL
BOCA JRs x FLUMINENSE
CHELSEA x VASCO
BRAGANTINO x FLAMENGO
BORUSSIA x MOTO
RODADA 2
FLUMINENSE x BRAGANTINO
MOTO x BARCELONA
VASCO x ATLETICO
CHELSEA x CRUZEIRO
FLAMENGO x REAL MADRID
INTER DE MILÃO x BORUSSIA
INTERNACIONAL x CORINTHIANS
RIVER PLATE x BOCA JRs
CORINTHIANS x VASCO
RODADA 3
BORUSSIA x INTERNACIONAL
BARCELONA x INTER DE MILÃO
ATLETICO x CHELSEA
CRUZEIRO x FLAMENGO
BOCA JRs x MOTO
BRAGANTINO x RIVER PLATE
REAL MADRID x FLUMINENSE
RODADA 4
VASCO x BORUSSIA
INTERNACIONAL x BARCELONA
ATLETICO x CRUZEIRO
MOTO x BRAGANTINO
RIVER PLATE x REAL MADRID
INTER DE MILÃO x BOCA JRs
CHELSEA x CORINTHIANS
FLUMINENSE x FLAMENGO
RODADA 5
REAL MADRID x MOTO
CRUZEIRO x FLUMINENSE
BOCA JRs x INTERNACIONAL
BRAGANTINO x INTER DE MILÃO
CORINTHIANS x ATLETICO
BARCELONA x VASCO
BORUSSIA x CHELSEA
FLAMENGO x RIVER PLATE
RODADA 6
VASCO x BOCA JRs
INTERNACIONAL x BRAGANTINO
MOTO x FLAMENGO
INTER DE MILÃO x REAL MADRID
ATLETICO x BORUSSIA
CORINTHIANS x CRUZEIRO
CHELSEA x BARCELONA
RIVER PLATE x FLUMINENSE
RODADA 7
REAL MADRID x INTERNACIONAL
BARCELONA x ATLETICO
CRUZEIRO x RIVER PLATE
FLAMENGO x INTER DE MILÃO
BORUSSIA x CORINTHIANS
BRAGANTINO x VASCO
FLUMINENSE x MOTO
BOCA JRs x CHELSEA
RODADA 8
INTERNACIONAL x FLAMENGO
BORUSSIA x CRUZEIRO
ATLETICO x BOCA JRs
INTER DE MILÃO x FLUMINENSE
VASCO x REAL MADRID
MOTO x RIVER PLATE
CHELSEA x BRAGANTINO
CORINTHIANS x BARCELONA
RODADA 9
REAL MADRID x CHELSEA
FLUMINENSE x INTERNACIONAL
FLAMENGO x VASCO
BARCELONA x BORUSSIA
CRUZEIRO x MOTO
BRAGANTINO x ATLETICO
BOCA JRs x CORINTHIANS
RIVER PLATE x INTER DE MILÃO
RODADA 10
BARCELONA x CRUZEIRO
BORUSSIA x BOCA JRs
CHELSEA x FLAMENGO
ATLETICO x REAL MADRID
CORINTHIANS x BRAGANTINO
INTER DE MILÃO x MOTO
INTERNACIONAL x RIVER PLATE
VASCO x FLUMINENSE
RODADA 11
MOTO x INTERNACIONAL
FLUMINENSE x CHELSEA
REAL MADRID x CORINTHIANS
BOCA JRs x BARCELONA
CRUZEIRO x INTER DE MILÃO
FLAMENGO x ATLETICO
RIVER PLATE x VASCO
BRAGANTINO x BORUSSIA
RODADA 12
BOCA JRs x CRUZEIRO
BARCELONA x BRAGANTINO
INTERNACIONAL x INTER DE MILÃO
ATLETICO x FLUMINENSE
CORINTHIANS x FLAMENGO
CHELSEA x RIVER PLATE
VASCO x MOTO
BORUSSIA x REAL MADRID
RODADA 13
REAL MADRID x BARCELONA
MOTO x CHELSEA
CRUZEIRO x INTERNACIONAL
BRAGANTINO x BOCA JRs
RIVER PLATE x ATLETICO
FLUMINENSE x CORINTHIANS
FLAMENGO x BORUSSIA
INTER DE MILÃO x VASCO
RODADA 14
CHELSEA x INTER DE MILÃO
BORUSSIA x FLUMINENSE
BARCELONA x FLAMENGO
CORINTHIANS x RIVER PLATE
BRAGANTINO x CRUZEIRO
VASCO x INTERNACIONAL
BOCA JRs x REAL MADRID
ATLETICO x MOTO
RODADA 15
RIVER PLATE x BORUSSIA
INTER DE MILÃO x ATLETICO
INTERNACIONAL x CHELSEA
FLAMENGO x BOCA JR
FLUMINENSE x BARCELONA
MOTO x CORINTHIANS
REAL MADRID x BRAGANTINO
CRUZEIRO x VASCO
RODADA 16
REAL MADRID x CRUZEIRO
INTER DE MILÃO x CORINTHIANS
RIVER PLATE x BARCELONA
INTERNACIONAL x ATLETICO
FLUMINENSE x BOCA JRs
VASCO x CHELSEA
FLAMENGO x BRAGANTINO
MOTO x BORUSSIA
RODADA 17
BRAGANTINO x FLUMINENSE
BARCELONA x MOTO
ATLETICO x VASCO
CRUZEIRO x CHELSEA
REAL MADRID x FLAMENGO
BORUSSIA x INTER DE MILÃO
CORINTHIANS x INTERNACIONAL
BOCA JRs x RIVER PLATE
RODADA 18
VASCO x CORINTHIANS
INTERNACIONAL x BORUSSIA
INTER DE MILÃO x BARCELONA
CHELSEA x ATLETICO
FLAMENGO x CRUZEIRO
MOTO x BOCA JRs
RIVER PLATE x BRAGANTINO
FLUMINENSE x REAL MADRID
RODADA 19
BORUSSIA x VASCO
BARCELONA x INTERNACIONAL
CRUZEIRO x ATLETICO
BRAGANTINO x MOTO
REAL MADRID x RIVER PLATE
BOCA JRs x INTER DE MILÃO
CORINTHIANS x CHELSEA
FLAMENGO x FLUMINENSE
RODADA 20
MOTO x REAL MADRID
FLUMINENSE x CRUZEIRO
INTERNACIONAL x BOCA JRs
INTER DE MILÃO x BRAGANTINO
ATLETICO x CORINTHIANS
VASCO x BARCELONA
CHELSEA x BORUSSIA
RIVER PLATE x FLAMENGO
RODADA 21
BOCA JRs x VASCO
BRAGANTINO x INTERNACIONAL
FLAMENGO x MOTO
REAL MADRID x INTER DE MILÃO
BORUSSIA x ATLETICO
CRUZEIRO x CORINTHIANS
BARCELONA x CHELSEA
FLUMINENSE x RIVER PLATE
RODADA 22
INTERNACIONAL x REAL MADRID
ATLETICO x BARCELONA
RIVER PLATE x CRUZEIRO
INTER DE MILÃO x FLAMENGO
CORINTHIANS x BORUSSIA
VASCO x BRAGANTINO
MOTO x FLUMINENSE
CHELSEA x BOCA JRs
RODADA 23
FLAMENGO x INTERNACIONAL
CRUZEIRO x BORUSSIA
BOCA JRs x ATLETICO
FLUMINENSE x INTER DE MILÃO
REAL MADRID x VASCO
RIVER PLATE x MOTO
BRAGANTINO x CHELSEA
BARCELONA x CORINTHIANS
RODADA 24
CHELSEA x REAL MADRID
INTERNACIONAL x FLUMINENSE
VASCO x FLAMENGO
BORUSSIA x BARCELONA
MOTO x CRUZEIRO
ATLETICO x BRAGANTINO
CORINTHIANS x BOCA JRs
INTER DE MILÃO x RIVER PLATE
RODADA 25
CRUZEIRO x BARCELONA
BOCA JRs x BORUSSIA
FLAMENGO x CHELSEA
REAL MADRID x ATLETICO
BRAGANTINO x CORINTHIANS
MOTO x INTER DE MILÃO
RIVER PLATE x INTERNACIONAL
FLUMINENSE x VASCO
RODADA 26
INTERNACIONAL x MOTO
CHELSEA x FLUMINENSE
CORINTHIANS x REAL MADRID
BARCELONA x BOCA JRs
INTER DE MILÃO x CRUZEIRO
ATLETICO x FLAMENGO
VASCO x RIVER PLATE
BORUSSIA x BRAGANTINO
RODADA 27
CRUZEIRO x BOCA JRs
BRAGANTINO x BARCELONA
INTER DE MILÃO x INTERNACIONAL
FLUMINENSE x ATLETICO
FLAMENGO x CORINTHIANS
domingo, 19 de abril de 2015
BOLÃO 2015 LMFM - REGRAS
REGRAS:
I. Este Bolão é válido EXCLUSIVAMENTE para os jogos do CAMPEONATOPRINCIPAL 2015 da Liga.
II. O vencedor será o apostador que mais somar pontos ao final dos jogos (finalizados osdois turnos), conforme regras de pontuação abaixo descritas.
III. O prêmio ao vencedor será um time de botões com 10 (dez) jogadores, a serconfeccionado conforme suas preferências pelo artesão à sua escolha, pago a estediretamente pelo Tesoureiro, o qual ficará responsável pela arrecadação dasinscrições.
IV. Os palpites serão feitos em duas oportunidades: a primeira, sobre todos os jogos doprimeiro turno em data limite até o início do jogo inaugural, não sendo aceitospalpites a nenhum outro jogo, mesmo das últimas rodadas do turno, caso o primeirojogo do turno já tenha se iniciado. A segunda, sobre todos os jogos do segundo turno,em data entre o fim do primeiro turno e início do primeiro jogo do segundo turno,seguindo as mesmas regras descritas acima.
V. O valor das inscrições será pago uma única vez, antes do início do Campeonato, eserá definido pela divisão do valor de R$ 160,00 entre os apostadores participantes, aser usado exclusivamente para a fabricação do prêmio.
VI. Não terá direito a reembolso o apostador que perder os prazos de palpites, mas ficapermitida sua participação da rodada de palpites do segundo turno caso a perdida foireferente ao primeiro turno.
VII. Será considerado excluído do Bolão o apostador que não efetuar o devido pagamentoaté o dia 02/05/2015, uma semana depois do início do Campeonato, quando já puderser definido o valor individual a ser pago.
VIII. Os rankings parciais serão publicados ao fim de cada rodada.
IX. A pontuação se dará da seguinte maneira:
a) 12 pontos pelo acerto do placar inteiro;
b) 6 pontos pelo acerto do resultado (vitória de um time ou empate), podendo havero acréscimo de 3 pontos pelo acerto do placar de um dos times;
c) 3 pontos pelo acerto do placar de um dos times, mas não do resultado.
São Luís, 17 de abril de 2015
Luiz Miguel RaposoDiretor Jurídico
sexta-feira, 13 de março de 2015
CLASSIFICAÇÃO E JOGOS DA COPA DO NORDESTE 2015
1ª FASE
GRUPO A
SPORT - PE (MIGUEL) PTS - 7 || GP - 13 || GC - 7
BAHIA - BA (DRYELSON) PTS - 3 || GP - 6 || GC - 6
VASCO-SE (PAULO) PTS - 1 || GP - 4 || GC - 4
FLUMINENSE - BA (IVANILDO) PTS - 0 || GP - 0 || GC - 0
SAMPAIO - MA (ALBERTO) PTS - 0 || GP - 5 || GC - 11
GRUPO B
CEARÁ - CE (ELIGELSON) PTS - 6 || GP - 7 || GC - 3
TREZE - PB (FRANCISCO) PTS - 3 || GP - 6 || GC - 6
MOTO - MA (ZEQUINHA) PTS - 3 || GP - 2 || GC - 3
FORTALEZA - CE (MARCELO) PTS - 0 || GP - 0 || GC - 0
PIAUÍ - PI (JULIO) PTS - 0 || GP - 2 || GC - 5
GRUPO C
CAMPINENSE - PB (NILSON) PTS - 9 || GP - 15 || GC - 8
TIRADENTES - PI (FERDNAND) PTS - 6 || GP - 10 || GC - 6
SANTA CRUZ - PE (OTAVIO) PTS - 3 || GP - 7 || GC - 5
RIVER- PI (MAURO) PTS - 3 || GP - 7 || GC - 8
CORÍNTHIANS - AL (MARCIO) PTS - 0 || GP - 6 || GC - 16
JOGOS
IDA
GRUPO A
14.03 SPORT 3 x 1 BAHIA
14.03 FLUMINENSE x SAMPAIO
21.03 SAMPAIO x VASCO
21.03 FLUMINENSE x SPORT
28.03 SAMPAIO 3 x 5 BAHIA
28.03 VASCO x FLUMINENSE
04.04 BAHIA x VASCO
04.04 SPORT 6 x 2 SAMPAIO (Adiantado)
11.04 BAHIA x FLUMINENSE
11.04 VASCO 4 x 4 SPORT (Adiantado)
GRUPO B
14.03 PIAUÍ 1 x 2 MOTO
14.03 TREZE 3 x 5 CEARÁ
21.03 CEARÁ x FORTALEZA (Atrasado)
21.03 TREZE 3 x 1 PIAUÍ
28.03 CEARÁ 2 x 0 MOTO
28.03 FORTALEZA x TREZE
04.04 MOTO x FORTALEZA
04.04 PIAUÍ x CEARÁ
11.04 MOTO x TREZE
11.04 FORTALEZA x PIAUÍ
GRUPO C
14.03 RIVER 3 x 6 CAMPINENSE
14.03 SANTA CRUZ 2 x 3 TIRADENTES
21.03 TIRADENTES 5 x 1 CORÍNTHIANS
21.03 RIVER 4 X 2 SANTA CRUZ
28.03 TIRADENTES 2 x 3 CAMPINENSE
28.03 CORÍNTHIANS 2 x 5 SANTA CRUZ
04.04 CAMPINENSE 6 x 3 CORÍNTHIANS (Adiantado)
04.04 RIVER x TIRADENTES
11.04 CAMPINENSE x SANTA CRUZ
11.04 CORÍNTHIANS x RIVER
sábado, 7 de março de 2015
ASSEMBLEIA NORMATIVA 001/2015
ASSEMBLEIA NORMATIVA 001/2015
Possui a finalidade de votar a
fórmula do CAMPEONADO PRINCIPAL desta Liga do ano de 2015.
1º A Assembleia Normativa, cuja
finalidade é tão-somente definir o modelo de disputa do CAMPEONATO PRINCIPAL
desta Liga do ano de 2015, inicia-se na data de sua publicação, tendo como
termo final, isto é, último dia para serem propostas e votadas quaisquer
normas, a data de 14 de março deste ano.
§ 1º Após essa data, não será
permitida, em hipótese alguma, a manifestação de voto ou sugestão de mudança.
§ 2º Caso haja votos, ainda que
em número incompleto em relação ao total de membros aptos a votarem, mas
suficientes para definirem a escolha, essa votação encerra-se antes do prazo
aludido.
2º O membro que justificadamente
não puder comparecer à sede até o termo final estabelecido e, consequentemente,
não votar presencialmente, poderá manifestar seu voto por meios eletrônicos
validamente, durante o período para o feito, desde que seguro da compreensão da
proposta normativa e com o testemunho expresso de, pelo menos, dois membros.
3º A aprovação da fórmula, dentre
as descritas nessa Assembleia Normativa, dependerá unicamente da escolha pela
maioria de seus membros ativos – em dias com os deveres para com esta Liga.
§ 1º Em caso de empate na
votação, haverá sorteio para a escolha dentre as fórmulas mais votadas.
§ 2º O voto do membro INADIMPLENTE, irregular ou não ativo, de acordo
com o Estatuto desta liga, não será computado se até a data da apuração de
votos não for regularizada sua pendência.
4º Em caso de ausência de voto de
algum membro e fim do prazo para tal manifestação, serão computados os votos já
manifestos, ainda que correspondam, em número, ao mínimo de membros filiados a
esta Liga.
5º A fórmula escolhida vigorará
conforme datas preestabelecidas e previamente aprovadas através de nova
Assembleia, firmando-se, para sua efetiva realização, nas regulamentações sobre
datas, prazos e adiamentos, bem como sanções decorrentes de sua inobservância,
expostos em Regimentos Normativos desta Liga.
São Luís, 07 de março
de 2015.
Luiz Miguel L. R. Júnior
Diretor Jurídico
MODELOS DE FÓRMULA
MODELO 1
O CAMPEONATO dar-se-á pela
disputa de pontos corridos,
somados a partir do resultado das partidas de cada participante, que jogará
contra todos os outros participantes em dois turnos (ida e volta). Ao final de todos os jogos, o CAMPEONATO
estará terminado e aquele que somar mais pontos será o campeão. Os quatro
primeiros serão premiados.
MODELO 2
O CAMPEONATO dar-se-á pela
disputa de pontos corridos,
somados a partir do resultado das partidas de cada participante, que jogará
contra todos os outros participantes em dois turnos (ida e volta). Ao final de todos os jogos, serão
classificados os OITO primeiros colocados, que se enfrentarão da seguinte
forma em sistema mata-mata, em um único jogo: 1º x 8º; 2º x 7º; 3º x 6º;
4º x 5º. Os classificados das oitavas-de-final se enfrentarão mantendo a mesma
lógica: o mais bem colocado enfrentará o menos bem colocado da primeira fase e
os outros dois completam a semifinal. Os dois classificados enfrentam-se nas
finais. Em todos os jogos
classificatórios, o melhor colocado [da primeira fase] no confronto terá
direito a mando de campo e empate para sua classificação. Ao final, apenas os quatro primeiros (finalistas e semifinalistas) serão premiados.
MODELO 3 (Sugestões aos modelos
anteriores)
a) __________________________________________________________________________________________________________________________________
b) __________________________________________________________________________________________________________________________________
c) __________________________________________________________________________________________________________________________________
d) __________________________________________________________________________________________________________________________________
e) __________________________________________________________________________________________________________________________________
f)
__________________________________________________________________________________________________________________________________
g) __________________________________________________________________________________________________________________________________
h) __________________________________________________________________________________________________________________________________
AO POSTAR O VOTO, ESCREVA SEU NOME, SOBRENOME E TIME, BEM COMO O NÚMERO CORRESPONDENTE AO MODELO ESCOLHIDO.
OBS: CASO QUEIRA PROPOR MUDANÇA, UTILIZE O MODELO 3 E ACRESCENTE A SUGESTÃO. NESSE CASO, ASSINALE COM "3 + A LETRA REFERENTE À MUDANÇA PROPOSTA OU ESCOLHIDA" (EX: 3A - CLASSIFICAM-SE 4; 3D - APENAS UM TURNO)
OBS2: CASO QUEIRA VOTAR EM UMA SUGESTÃO JÁ PROPOSTA, ESCOLHA O MODELO 3 + A LETRA REFERENTE À PROPOSTA (EX: 3A; 3D)quinta-feira, 5 de março de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
domingo, 8 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
REGIMENTO NORMATIVO 002/2014 - Composição e funcionamento da CJD
REGIMENTO NORMATIVO 002/2014
Dispõe Sobre a composição e
funcionamento da Comissão de Justiça Desportiva (CJD).
TÍTULO I
DA COMPOSIÇÃO
Art. 1º A Comissão de Justiça
Desportiva (CJD), instalada no dia 24 de maio de 2014, com atuação em todo o
âmbito desta Liga, em sua sede e extensões, possui autonomia funcional e é
composta por cinco membros: um relator, obrigatoriamente o Diretor Jurídico, e
mais quatro membros, todos eleitos pela Liga conforme estabelecido no Estatuto.
TÍTULO II
DA COMPETÊNCIA
Art. 2º Compete à Comissão de
Justiça Desportiva (CJD) zelar pela aplicação das Normas, Regras e Princípios
dos Regimentos Normativos e Estatuto, bem como qualquer decisão vinculativa ou
atos diretórios, nos âmbito administrativo, jurídico e desportivo, cabendo-lhe:
I.
Garantir a observância do Estatuto desta Liga e
apreciar, mediante provocação, a legitimidade dos atos praticados por membros
ou Diretorias desta Liga, podendo desconstituí-los, revê-los ou fixar prazos
para o seu devido cumprimento;
II.
Receber e conhecer das reclamações contra
membros ou Diretorias, podendo tomar as cabíveis medidas para o justo e correto
exercício de seus direitos e deveres;
III.
Receber e conhecer quaisquer pedidos sobre interpretação,
julgamento e/ou apenação decorrente de preceito constante de Conjunto de Regras
(Regimento Normativo 001/2014) ou outros conjuntos normativos desta Liga;
IV.
Esclarecer norma ou regra, em casos de omissão
ou dúvida sobre legislação desta Liga, bem como estabelecer penas na falta de
prescrição;
V.
Receber e conhecer recursos, podendo decidir
pela manutenção ou reforma da decisão prolatada em instância original.
TÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO
Art. 3º O relator desta Comissão
será responsável por receber e protocolar todas as petições encaminhadas à
Comissão e agendar reunião – ou comunicação dos autos virtualmente - de seu colegiado, a qual acontecerá dentro de
72 (setenta e duas) horas, contadas a partir do dia seguinte à citação do
requerido, a fim de votarem a matéria.
Art. 4º A citação deve ser
efetivada em 24 (vinte e quatro) horas, contadas a partir do recebimento da
petição inicial, sendo válido para o feito qualquer meio de contato direto com
o requerido.
Art. 5º A decisão deste Colegiado
deverá ser composta imprescindivelmente pelos votos, necessariamente
fundamentados, de todos os seus membros, incluindo o do Relator da Comissão.
Art. 6º O voto de cada membro
deverá ser exarado por escrito e anexados aos autos do processo, o qual deverá
ser arquivado após sua conclusão.
Art. 7º A reunião do colegiado é
pública, vedada a interferência de qualquer outro membro na discussão da
matéria.
Art. 8º O prazo para a entrega
dos votos pelos membros da Comissão ao seu relator é de 48 (quarenta e oito) horas,
contadas a partir do dia seguinte à reunião ou acesso aos autos.
Art. 9º Caberá ao relator, em 24h
após o recebimento todos os votos, redigir acórdão sumarizando a decisão do
colegiado e publicá-lo.
TÍTULO IV
DAS PETIÇÕES, CONTRARRAZÕES E
RECURSOS
Art. 10º Todas as petições
deverão ser formuladas por escrito e protocolizadas junto à Diretoria Jurídica,
através da pessoa de seu Diretor, Relator desta Comissão.
Parágrafo único. Em hipótese
alguma serão recebidas petições oralmente.
Art. 11 O prazo para a
protocolização de petição é de, no máximo, 72 (setenta e duas) horas, contadas
a partir do dia seguinte à data do acontecimento, podendo ser feita fora da
sede da Liga, diretamente ao Diretor Jurídico.
Art. 12 A petição deverá conter a descrição
clara dos fatos e de todos os pedidos.
§ 1º O relator julgará a
satisfação destes requisitos e, na ausência de algum, decidirá,
fundamentadamente, pelo refazimento da petição.
§ 2º Diante da necessidade de
emenda à petição, no caso previsto no parágrafo anterior, o prazo para sua nova
protocolização não é recomeçado, mas contará a partir da suspensão do prazo quando
do primeiro feito. A recontagem inicia-se no dia seguinte à publicação da
decisão recomendando a reforma.
Art. 13 Serão permitidos
quaisquer meios probatórios legalmente válidos, os quais devem ser
impreterivelmente anexados à petição inicial.
Art. 14 A narração fática de
testemunha será inarredavelmente por escrito, de responsabilidade do requerente
e anexa à petição inicial e, caso haja dúvida sobre os fatos, poderá ser
convocada no dia de reunião do colegiado da Comissão ou de ofício pelo seu
Relator.
Art. 15 As contrarrazões serão
apresentadas pelo requerido em 72 (setenta e duas) horas, contadas a partir do
dia seguinte à sua citação pela Diretoria Jurídica, sob pena de revelia.
Art. 16 Em caso de insatisfação
com a decisão da Comissão, baseado necessária e exclusivamente em equívoco na
aplicação de lei ou norma, é cabível recurso com o fito de revisão do julgado.
Parágrafo único. Não será
permitido recurso para acréscimo de fato novo ou não vislumbrado na petição
inicial.
TÍTULO V
DO EFEITO VINCULANTE
Art. 17 As decisões desta
Comissão terão efeito vinculante e, consequentemente, poder normativo, para
casos idênticos aos já julgados.
São Luís, 20 de maio de 2014.
Luiz Miguel L. R. Júnior
Diretor Jurídico
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
REGIMENTO NORMATIVO 001/2014 - Regras da LMFM
REGIMENTO NORMATIVO 001/2014
Dispõe sobre as REGRAS da prática do esporte Futebol de
Mesa (ou Futebol de Botões) na Liga Maranhense de Futebol de Mesa
TÍTULO I
CAPÍTULO ÚNICO
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Este conjunto normativo estabelece as regras da
prática do esporte especificamente na Liga Maranhense de Futebol de Mesa, a
qual mescla normas regentes nacionalmente e outras aprovadas exclusivamente por
esta Liga e seus membros.
Art. 2º As regras
ora aludidas são públicas e de inteiro e irrestrito acesso por seus membros, os
quais não podem escusar-se de cumpri-las sob alegação de desconhecimento das
mesmas.
Art. 3º Em caso de não alusão, omissão ou falta de
clareza de alguma regra sobre qualquer situação concreta, prevalecerá decisão
irrevogável do árbitro durante a partida.
Parágrafo
único. Em se tratando de prática relevante ou de caso com frequente repetição, será
aceita sua prática até legislação formal em momento oportuno – o qual se dá
anualmente.
TÍTULO II
DOS COMPONENTES DO JOGO
CAPÍTULO I
DOS BOTÕES
Art. 4º O time ou equipe de Futebol de Mesa é composto
por 11 (onze) jogadores, representados por 10 (dez) botões e 1 (um) goleiro.
Parágrafo
único. É responsabilidade do árbitro verificar a escalação com o número correto
de jogadores antes do início da partida, não sofrendo, portanto, punição, a não
ser a retirada da quantidade de jogadores extras, o técnico a quem for
acometida a irregularidade.
Art. 5º Os jogadores de cada equipe serão impulsionados
por palhetas e serão manipulados por um técnico responsável pelo time.
Parágrafo único. Técnico é a pessoa humana possuidora do
time de botões, que os utiliza para a prática do esporte.
Art. 6º O botão deve ser fabricado de acrílico ou
quaisquer outros materiais com peso e densidade similares àquele, sendo vedado o uso, em
qualquer quantidade, de metal ou componente metálico.
Art. 7º O botão deve ter necessariamente formato
circular, sem serrilhas, com diâmetro máximo de 5 cm e altura não superior a 1
cm, e ser identificado por número único e não repetido por outro botão no
decorrer da partida.
§ 1º Um botão, enquanto jogador reserva, não pode
substituir um botão em campo de mesma numeração, ainda que este saia para a
entrada daquele, sob pena de expulsão.
§ 2º Caso dois botões com mesma numeração estejam em jogo
na mesma partida, um será expulso através de sorteio.
Art. 8º
Em caso de descumprimento do disposto nos artigos 6º e 7º, o botão no qual for
constatada a irregularidade será expulso da partida.
CAPÍTULO II
DOS GOLEIROS
Art. 9º O goleiro deverá ser feito de madeira ou material
de peso proporcional, cujas medidas serão definidas por esta Liga.
Art. 10 O
goleiro terá sempre o número 1 (um) como identificação numérica, ajustado de
acordo com o estilo do técnico, caso fabricado por este, e conforme as medidas
da Liga, e extremidades frontais de pelo menos 0,5cm, em cores obrigatoriamente
claras.
Parágrafo único. A Liga deverá disponibilizar goleiros
suficientes para garantir a realização dos jogos em todos os campos da sede,
independente dos goleiros personalizados por cada técnico.
Art. 11 O goleiro poderá ser manipulado pelo técnico sem
a utilização da palheta.
Art. 12 Em
casos de arremate ao gol pelo adversário, o goleiro deverá ser posicionado
somente sobre as faces laterais, superior ou inferior (de pé ou deitado) de
forma que o número identificador esteja sempre virado ao campo de jogo, sendo
proibida sua colocação de qualquer outra forma em que seu número identificador
não esteja de frente para o campo de jogo.
§ 1º A colocação irregular do goleiro no caso descrito
neste artigo será corrigida pelo árbitro. Em caso de persistência, será o time
punido com pênalti.
§ 2º Quando o técnico defensor, em qualquer momento do
jogo, posicionar seu goleiro totalmente ou parte dele, mínima que seja, fora da
pequena área e a bola nele tocar, será marcado pênalti em favor do adversário.
CAPÍTIULO II
DO CAMPO
Art. 13 O campo é
uma superfície plana e lisa, feita preferencialmente de madeira ou
eventualmente outro material semelhante em suas propriedades sobre o qual é
praticado o Futebol de Mesa.
Art. 14 Deve ser demarcado por um retângulo no interior
da superfície e emoldurado por material que sobressaia à superfície de jogo com
o fito de evitar a queda dos botões, possuindo as seguintes medidas:
a)
Comprimento
de 164 cm;
b)
Largura
de 105 cm;
c)
Grande
área de 30 x 52 cm;
d)
Pequena
área de 15 X 26 cm;
e)
Circunferência
do meio-campo de 30 cm de diâmetro.
§ 1º Deve ser posto sobre cavaletes de altura ergonômica
e perfeitamente nivelados para garantir a plena execução do jogo.
§ 2º As traves deverão ser fixadas na mesa de jogo e
confeccionadas em ferro ou material similar, cobertas por uma rede, a qual
também é fixada à superfície do campo, feita de material suficiente a impedir a
passagem da bola em caso de conclusão do tento.
CAPÍTULO III
DA BOLA
Art. 15 A bola utilizada será confeccionada em material
que garanta o peso aproximado ajustado pela Liga, de forma esférica e diâmetro
de 12 mm.
Art. 16
Não é permitido o toque na bola com as mãos, salvo em cobranças de infrações e
outras ocorrências permitidas pelo árbitro.
TÍTULO III
DAS MOVIMENTAÇÕES DE JOGO
CAPÍTULO I
DA MOVIMENTAÇÃO DOS JOGADORES
Art. 17 Os botões serão movimentados através de palhetas,
único objeto permitido para o toque enquanto da bola em jogo, salvo situações
especiais.
§ 1º As palhetas poderão ter forma, dimensões e materiais
de fabricação livres, a critério de cada técnico.
§ 2º Um técnico pode usar quantas palhetas considerar
necessário durante a partida.
Art. 18 Em situações especiais, o toque no botão com as
mãos é permitido. Tais situações, que possibilitam colocações (posicionamentos
ou reposicionamentos), transferências ou remoções, dão-se:
a) Antes da saída no meio-de-campo, em tempo determinado justa e
prudentemente pelo árbitro da partida;
b)
Durante
paralisação do jogo por infrações, laterais, gols, tiros de meta ou qualquer
outra ocorrência, antes da cobrança dos mesmos ou, em caso de posse de bola do
adversário, em tempo determinado justa e prudentemente pelo árbitro da partida;
c)
Antes
de cobranças de infrações ou ocorrências;
d) Para retornar o botão ao campo em casos de chute a gol –
neste caso, ambos atacante e defensor poderão retornar os botões, movidos em
decorrência exclusivamente do lance, à sua posição original;
e) Caso impeça a trajetória livre do botão a arrematar ao gol,
tem o técnico a opção de remover tantos quantos botões considerar conveniente
para garantir a realização da jogada conforme sua estratégia, situação em que o
botão deve permanecer no lugar para onde foi removido, posição de até 25 cm
distante da posição original;
f)
Se assim considerar
conveniente, no momento do arremate a gol por adversário, o técnico defensor
tem a opção de tirá-lo – e, caso o faça, o dever de ser totalmente – da linha
de choque com o chutador, permanecendo na posição para a qual foi deslocado;
g) Retirar obrigatoriamente todos os botões da grande área no
momento da cobrança de pênalti, salvo o que irá cobrar a infração.
h) Em situações de tiro direto a gol, é obrigatória a retirada
de todos os botões que virtualmente prejudiquem o percurso do botão chutador.
Parágrafo
único. Em caso de manuseio irregular de algum botão, ou seja, fora das
situações supracitadas, será marcado tiro direto contra o infrator.
Art. 19 O simples contato da palheta com o botão é
suficiente para caracterizar o toque, ainda que o botão não seja sequer
minimamente movimentado.
Art. 20
Se a bola estiver colada ao botão, deve ser descolado com palheta, não sendo permitido
seu deslocamento com a mão (ainda que nas situações permitidas), mesmo na
hipótese da não movimentação da bola, o que caracteriza infração a ser
penalizada com tiro direto.
Art. 21
Não é permitido o recurso de “bicicleta”, quando o botão é virado, voluntaria
ou involuntariamente, de cabeça para baixo a fim de tocar na bola, por cima
dela, em lance cuja passagem normal é impedida por outros botões.
Art. 22 A palheta deve ser movimentada a partir da parte
superior do botão, sendo vedado o toque a partir da lateral do mesmo, o que
caracteriza infração a ser penalizada com tiro direto.
Art. 23
Quando a bola tocar no goleiro e permanecer em campo, a posse automaticamente
passa para o time do goleiro que por último tocou na bola.
Art. 24
Quando a bola parar na pequena área, a contagem zera e a posse automaticamente
passa a ser do time em cuja pequena área está posicionado seu goleiro, podendo
ser a bola movimentada por botão ou pelo próprio goleiro manuseado pelo
técnico.
CAPÍTULO II
DO POSICIONAMENTO DOS JOGADORES
Art. 25 Em momento de saída de bola a partir do meio de
campo, seja no início de cada tempo ou após a marcação de um gol, os jogadores poderão
ser posicionados já no campo de ataque, porém fora do círculo central, salvo os
que participarão da saída.
Art. 24 O posicionamento dos botões seguirão os seguintes
critérios:
a)
Os
jogadores atacantes em campo de defesa adversário podem ser colocados em número
irrestrito, sem limites mínimo ou máximo;
b)
Os
jogadores em seu próprio campo defensivo terão limite não superior a 5 (cinco),
sem limite mínimo;
c)
Os
jogadores atacantes deverão ficar completamente fora da grande área adversária;
d) Cada jogador em seu campo defensivo deverá respeitar a
distância de 7cm do jogador (ou, na impossibilidade de medir, o equivalente à
base do goleiro) atacante, exceto zagueiros dentro da sua própria grande área;
e)
A
prioridade de posicionamento dos botões é dos atacantes, arrumados pelo técnico
uma só vez, quando, então, a defesa passa a posicionar os seus, respeitada a
distância mínima de que trata a alínea anterior;
Parágrafo único. Em caso de reposicionamento dos botões
atacantes após a arrumação dos botões defensores, na ordem citada nesse artigo,
será marcado tiro indireto em desfavor do infrator.
f)
Os
jogadores que acidentalmente forem virados de cabeça para baixo durante o
transcorrer da partida poderão ser imediatamente desvirados pelo próprio
técnico ou árbitro, sem perder o direito de participar do lance em curso.
Parágrafo
único. Em caso de posicionamento discordante ao elencado neste Artigo, serão os
técnicos responsáveis advertidos a corrigir o posicionamento ou ajustados de
ofício pelo árbitro quando não houver infração.
Art. 26 O botão que, ao falhar, sair completamente de
campo, permanecerá fora do jogo até sua paralisação, quando, então, poderá ser
reposicionado.
CAPÍTULO III
DAS PARTIDAS
Art. 27 Cada partida terá duração de
40 (quarenta) minutos, divididos em dois tempos de igual período, cada um a ser
iniciado por um dos técnicos alternadamente.
Parágrafo único. Haverá sorteio antes de todas as partidas a
fim de definir o time a começar com a bola no primeiro tempo, sendo o sorteado
livre para optar, ao invés da posse inicial de bola, entre um campo de defesa
inicial, quando dá ao adversário a saída.Art. 28 Cada técnico, em seu turno,
terá direito a doze toques, sendo o décimo segundo obrigatoriamente de chute a
gol.Parágrafo único. Ao goleiro é permitido dar dois toques na
bola, manuseado pelo técnico, antes de toque de algum botão, sendo zerada a
contagem quando houver toque voluntário de qualquer botão.Art. 29 Em caso de falha, seguida
também por falha de adversário, a contagem dos toques não zera, continuando de
onde parou.Art. 30 Quando do chute a gol a bola bater na trave e
permanecer em campo, a contagem não zerará, continuando de onde parou e de
posse do time chutador.Parágrafo único. No caso de chute no
décimo segundo toque, se a bola bater na trave e permanecer em campo, a posse
passa a ser do adversário. Se parar na pequena área do time que chutou, ou em
seu próprio goleiro, a contagem zera e a posse permanece com quem arrematou a
gol. Art. 31 A contagem só é zerada em caso de paralização do jogo
– laterais, escanteios, tiros de meta ou infrações – ou por toque voluntário do
adversário em que o botão toque na bola.Art. 32 Antes do início de cada
partida, os técnicos terão 5 (cinco) minutos para preparar seus respectivos
times, escolher os titulares da partida e testar o campo com seus botões, sendo
defeso o uso da bola escolhida para a partida.Art. 33 Entre cada tempo de jogo poderá haver um intervalo de
5 (cinco) minutos, caso assim seja acordado entre os preliantes, depois do qual
ocorrerá a mudança obrigatória de campo defensivo pelos técnicos.Art. 34 A critério do árbitro, em
caso de necessidade para garantir a justa dinâmica da partida, poderá ser dado
acréscimo ao tempo regular. Art. 35 Não será permitido o uso de
relógios ou quaisquer instrumentos que possibilitem a contagem de tempo pelos
técnicos, sendo de responsabilidade do árbitro alertá-los a tirar a qualquer
tempo.
SUBCAPÍTULO IDA SAÍDA DE JOGO E DO ARREMESSO A
TENTO
Art. 36 A saída de jogo é composta por dois toques,
executados por botões diferentes, dentro do grande círculo a partir do meio de
campo.Art. 37 O técnico ao qual for dada a
saída poderá deslocar dois ou mais de seus botões para dentro do círculo
central a fim de executar o lance.Art. 38 Caso a bola, depois do primeiro toque de saída,
ultrapassar os limites do círculo central ou, depois do segundo toque
obrigatório, não ultrapassar tais limites, o lance será reiniciado, não podendo
tal repetição ser superior a duas vezes (incluindo o primeiro lance de saída),
sob pena de reversão do lance em favor do adversário. Art. 39 O arremate ao arco adversário só poderá ser aprovado
pelo árbitro a partir do terceiro toque depois da saída do meio-de-campo.
Art. 40 Considerar-se-á válido o arremesso ao arco
adversário com finalidade de gol quando houver prévio aviso pelo atacante, de
forma clara – assim considerada pelo árbitro –, de que chutará a gol, para que
o técnico defensor, então, posicione seu goleiro.
Parágrafo
único. O técnico defensor terá 10 (dez) segundos improrrogáveis para o
posicionamento de seu goleiro e, caso ultrapasse, mesmo avisado pelo árbitro do
fim de seu turno, será punido com pênalti. O mesmo tempo será dado ao atacante após o
posicionamento do goleiro.
Art. 41 O botão que falhar só poderá chutar a gol após um
toque por outro botão, sob pena de invalidação do lance e perda de bola em
favor do adversário, que cobrará a infração indiretamente.
Art. 42 O
botão atacante que for descolado da bola com movimento/trajetória em sentido que
o mantenha em posição de chute a gol, será obrigado a chutar se imediatamente
ao lance o técnico pedir a preparação do goleiro. Ao contrário, se, a fim de
descolar da bola, o botão é movimentado em direção à bola, o arremate poderá
ser executado por qualquer botão.
Art. 43 O técnico durante seu ataque não terá direito ao
chute em caso de sinal de encerramento do tempo de jogo, exceto em cobrança de
falta ou pênalti.
Parágrafo
único. Se o relógio soar pelo fim de tempo de jogo e o chute já tiver sido
executado (situação de bola no ar), será válido o gol.
Art. 44 Após o arremate e a permanência da bola em campo
de jogo, o botão chutador poderá ser recolocado à posição do chute ou deixado
no lugar onde parou.
Parágrafo único. No caso prescrito neste artigo, se o
botão chutador ultrapassar qualquer linha demarcatória do campo, volta para o
lugar de origem ou é posicionado sobre a linha onde saiu.
SUBCAPÍTULO II
DOS LATERAIS, ESCANTEIOS E TIROS DE META
Art. 45 Será considerado lateral quando a bola sair por
alguma das linhas laterais do campo e será cobrado por jogador adversário ao
que deu o último toque na bola, ainda que involuntariamente, antes de sua
saída.
§ 1º O botão que cobrar o lateral tem que estar
posicionado totalmente fora do campo de jogo, antes da linha demarcatória, sob
pena de reversão.
§ 2º A bola pode ser posicionada em qualquer lugar sobre
a linha demarcatória ou antes dela.
§3º Caso
o jogador batedor de lateral ou escanteio toque duas vezes seguidas na bola
antes de toque, ainda que involuntário, de qualquer outro jogador, próprio ou
adversário, será marcada infração a ser cobrada indiretamente.
Art. 46 Será considerado escanteio quando a bola sair
pela linha de fundo do defensor quando um de seus jogadores for o último a
tocar na bola, ainda que involuntariamente, antes da saída.
Art. 47 O escanteio poderá ser cobrado como chute a gol,
quando deverá ser avisado ao defensor para que prepare seu goleiro, ou
indiretamente, através de toque para outro botão.
Parágrafo único. Na cobrança de escanteio, o botão
batedor poderá ser posicionado sobre a linha demarcatória do campo, desde que
completamente dentro do arco traçado no canto do campo de jogo.
Art. 48 Em lance em que a bola sair pela linha de fundo
defensiva de determinado time depois de ter sido tocada por último em jogador
atacante, ocorrerá tiro de meta e o técnico poderá posicionar a bola em
qualquer lugar da pequena área e cobrar com goleiro ou jogador.
Parágrafo único. Se o tiro de meta for cobrado de fora da
pequena área, o lance será repetido.
SUBCAPÍTULO III
DOS GOLS
Art. 49 O gol será válido quando a bola ultrapassar completamente
a linha de fundo, assim considerado quando não houver qualquer contato da bola,
mínimo que seja, com a linha de fundo dentro do gol.
Art. 50 O gol não será válido sem aviso prévio de chute e
consequente preparação do goleiro pelo adversário.
Parágrafo
único. Caso não haja o aviso prévio de chute, os lances subsequentes
ao arremate (escanteios, laterais, etc.) não serão anulados, mas, em caso de
gol, este será invalidado.
Art. 51 O gol contra a própria meta, voluntaria ou
involuntariamente, é válido, não importando de onde a bola tenha partido ou em
quem tocado durante a trajetória.
Art. 52 Haverá nova saída do meio de campo quando houver
marcação de gol, seguindo as normas de posicionamento estabelecidas pelo Art.
23.
TÍTULO IV
DAS INFRAÇÕES
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 53 Considera-se infração:
a)
Falta
b)
Toque
irregular pelo botão
c)
Mão
d)
Pênalti
e)
Falta
técnica
f)
Impedimento
Art. 54 As infrações poderão ser cobradas direta, através
de chute ao gol, ou indiretamente, através de toque para outro jogador.
CAPÍTULO II
DAS FALTAS
Art. 55 Falta é o lance em que o jogador toca em jogador
adversário antes de tocar a bola.
§ 1º. A
falta sobre o goleiro adversário é marcada ao jogador que o tenha tocado, independente
de, depois de tocar a bola, ser desviado de sua trajetória por botão adversário
ou próprio, ainda que mínimo o toque ou o desvio.
§ 2º
Haverá falta no goleiro em cobranças de pênaltis. Caso haja gol, a cobrança
deverá ser repetida uma única vez; não havendo gol, o lance prossegue sem
marcação de falta.
§ 3º O
máximo de botões permitidos dentro da grande área defensiva para a configuração
da falta prevista no parágrafo anterior é dois. Logo, se houver mais de dois
posicionados dentro desses limites propositalmente e não decorrente de lance,
não será considerada a falta sobre o goleiro.
Art. 56 Quando
ocorrer falta sobre o goleiro, a infração pode ser cobrada de qualquer lugar
dentro da pequena área pelo próprio goleiro manuseado pelo técnico ou por
botão.
Art. 57 Haverá falta quando um botão parar em cima de
outro do time adversário, a despeito de antes ter tocado na bola.
Art. 58
As cobranças de falta poderão ser feitas direta ou indiretamente. Nos casos de
cobrança direta, o time defensor será obrigado a retirar todos os seus botões
da virtual trajetória do botão chutador.
Parágrafo único. Será permitida a aplicação da lei da
vantagem, ou seja, a opção de escolha ao sofredor da falta entre cobrar o tiro
ou dar continuidade ao lance.
CAPITULO III
DO TOQUE IRREGULAR PELO BOTÃO
Art. 59 Haverá toque irregular pelo botão quando:
a) A bola parar debaixo do botão;
b) O botão usar os lados do campo para
fazer tabela e, em seguida, tocar na bola;
c) O botão, tendo chutado a gol, sair
de campo e, na volta por tabela, tocar novamente na bola;
Parágrafo único. A infração não acontece e considera-se
rebote se houver o segundo toque na bola, no mesmo lance, pelo botão chutador
que ainda segue a mesma trajetória do chute, sem ter saído de campo.
Art. 60 Esta infração poderá ser cobrada direta ou
indiretamente.
CAPÍTULO IV
DA MÃO
Art. 61 É considerado infração o toque, dentro das linhas
do campo, ainda que projetadas virtualmente para cima, na mão do técnico, em sua
palheta, partes de seu corpo ou objetos e adereços utilizados.
Art. 62 A infração intencional será penalizada com tiro
livre direto sem direito ao técnico infrator de preparar seu goleiro.
Art. 63 Esta infração poderá ser cobrada direta ou
indiretamente.
CAPÍTULO V
DO PÊNALTI
Art. 64 Toda e qualquer infração cometida dentro da
grande e da pequena área de defesa do infrator ou sobre suas linhas
demarcatórias, exceto faltas técnicas, será punida com cobrança de pênalti pelo
time adversário.
Art. 65
Existe pênalti quando o goleiro cai sobre a bola ou toca nela ou em jogador
adversário durante seu manuseio.
Art. 66 Quando o goleiro é arrastado pelo técnico sobre a
superfície do campo em casos em que a bola fica prensada entre o goleiro e a
trave, parada sobre ele, será marcado pênalti.
Parágrafo único. No caso de bola prensada, esta deve ser
tirada com até dois toques do goleiro manuseado pelo técnico, desde que dentro
da pequena área, já sendo considerado um toque o manuseio para a retirada da
bola de cima dele, sem arrastá-lo.
Art. 67 Ocorre pênalti quando, depois de avisar ao
adversário, que espera para chutar, sobre a finalização de posicionamento do seu
goleiro, volta a tocá-lo.
Parágrafo único. Da mesma forma ocorre pênalti quando,
avisado pelo árbitro do fim do tempo de posicionamento do goleiro, o técnico
continua a posicioná-lo.
Art. 68 O pênalti será cobrado através de um arremesso
direto a partir da marca de pênalti.
Art. 69 Quando da cobrança de pênalti, o goleiro deve ser
posicionado em pé, com numeração voltada para o campo de jogo e colado ao
travessão.
Art. 70 Todos os jogadores, salvo o cobrador, deverão
ficar fora da grande área.
Parágrafo único.
Em caso de não conclusão do tento e da permanência da bola em campo de jogo, os
jogadores reposicionados deverão continuar o jogo desta posição.
CAPÍTULO VI
DA FALTA TÉCNICA
Art. 71 Constitui falta técnica:
a)
Toque
em jogador próprio, botão ou goleiro, antes de tocar na bola, por botão
movimentado pelo técnico;
b)
Manuseio
ou jogada com botão adversário, mesmo por engano;
c)
Falta
de êxito na execução da saída do meio-de-campo por duas vezes consecutivas, em
consonância ao disposto no Art. 32 deste Regimento;
d)
Tocar
dois ou mais botões com a palheta ao mesmo tempo, sejam próprios ou
adversários;
e)
Demorar
mais de 10 (dez) segundos entre toques ou para arremessar ao gol depois do
goleiro adversário preparado;
f)
Tocar
com a palheta, retirá-la de cima do botão e tocá-lo novamente, sem que no
primeiro toque o botão tenha tocado a bola;
Parágrafo único. Em caso de toque e retirada da palheta
de sobre o botão, bem como de qualquer parte de sua superfície, sem que este
toque a bola, a despeito de movimento ou inércia do jogador, será considerado
apenas jogada falha e será contado um toque.
g)
Quando
após o toque em cobrança de bola parada – lateral, escanteio ou infrações –, o
botão cobrador tocar novamente a bola sem que antes esta tenha tocado em
qualquer outro jogador em campo, próprio ou adversário;
h)
Falhar
por duas vezes em seu turno, isto é, antes de toque de jogador adversário
intercalando as falhas;
i)
Descolar
o botão da bola com a mão, ainda que a bola não se movimente;
Parágrafo único. Em caso de dúvida, o árbitro decidirá se
a bola está ou não colada.
j)
Tocar
com a palheta na parte lateral do botão com fito de movimentá-lo, ainda que
minimamente;
k)
Reclamar
sem licença ou dificultar de qualquer maneira o desenvolvimento do jogo;
l)
Comentar
ou importunar de forma ostensiva, impertinente e/ou perturbadora o lance do
adversário ou a atuação do árbitro.
Parágrafo
único. Em caso de reincidência do disposto nas alíneas ‘k’ e ‘l’, o árbitro
poderá expulsar um botão jogador do infrator, ou mais em caso de persistência.
Art. 72 As faltas técnicas serão cobradas por tiro
indireto.
CAPÍTULO VII
DO IMPEDIMENTO
Art. 73 Ocorrerá impedimento quando houver o toque na
bola, voluntário ou involuntário, por um jogador atacante que estiver dentro da
grande área adversária ou, fora dela, de linha virtual (imaginária) estendida
em continuação da linha-limite da grande área às laterais do campo de jogo,
esteja a bola dentro desta área ou fora dela.
Art. 74 Caso haja
um botão defensor entre a linha de fundo e o jogador atacante (posições
auferidas através de linha paralela à linha de fundo tocando as linhas laterais
do campo de jogo), ainda que o atacante esteja dentro da área virtual citada
neste Artigo, não haverá impedimento.
Art. 75 Se o último toque, antes do toque em botão
posicionado em impedimento, for dado em recuo por botão adversário
voluntariamente, e parada a bola dentro desta área virtual, não haverá
impedimento e o jogador atacante estará apto para jogar regularmente.
Art. 76 Não haverá impedimento em cobranças de lateral ou
escanteio.
Parágrafo único. O jogador, ao cobrar escanteio e a bola
tocar em botão adversário somente, não estará impedido em hipótese alguma.
TÍTULO V
DAS DATAS
DOS JOGOS
Art. 77 Todas as partidas de torneios
e campeonatos terão suas datas previamente agendadas.
Art. 78 O
técnico que faltar ao jogo pré-agendado, sem a aceitável comprovação, mediante aviso
ao adversário ou a dirigente desta Liga, no prazo não inferior a 24 (vinte e
quatro) horas, perderá os pontos em favor do adversário, mediante requerimento
deste e julgamento/homologação da Comissão de Justiça Desportiva.
§ 1º Apenas
em caso de extrema emergência, devidamente comprovada, será acatado pedido de adiamento
da partida em tempo menor que 24 (vinte e quatro) horas.
§ 2º A comunicação referida nesse
artigo poderá ser feita por via telefônica, internet (e-mails ou redes sociais)
ou pessoalmente.
§ 3º A comunicação a qualquer outro
membro da Liga Maranhense de Futebol de Mesa não designado nesse artigo não terá
efeito, sendo, portanto, inválida.
Art. 79 A nova data da partida
adiada deverá ser reagendada entre os técnicos – o que gera o compromisso inarredável
a ambos – em 24 (vinte e quatro) horas e homologada pela Liga.
Art. 80 Em casos de ausências
previamente avisadas em mais de um jogo subsequente por motivo relevante, a ser
julgado pela CJD, o procedimento estipulado no artigo anterior deverá ser
obedecido a todos os técnicos envolvidos, sob pena de WO.
Art. 81 O técnico que justificar sua
ausência em jogos pré-agendados por motivos irrelevantes – assim julgados pela
CJD – ou lazer terá de reagendar nova data dentro de 5 (cinco) dias a contar da
primeira data, de acordo com as possibilidades e concordância de adversário.
Art. 82 Em qualquer caso, o
reagendamento pode dar-se em antecipação à data regular.
Art. 83 Em qualquer caso em que haja
aceitação pelo adversário de nova data, anterior ou posterior à data regular, este
se submete a todas os deveres de que trata esse capítulo, sendo, portanto,
punível sua ausência injustificada.
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
CAPÍTULO I
DAS REGRAS DE CONVENIÊNCIA
Art. 84 O árbitro da partida será escolhido dentre um dos
técnicos-membros da Liga, o qual poderá ser auxiliado por outro técnico, quando
previamente nomeado para o feito, somente podendo manifestar-se mediante requisição
do árbitro principal.
Art. 85 Os toques deverão ser contados pelo árbitro de
forma clara aos jogadores, privilegiando-se a contagem oral.
Art. 86 É proibido o consumo de tabaco, bebidas
alcoólicas e/ou substâncias entorpecentes nas salas de jogos.
Art. 87 Somente os técnicos, o árbitro e seu auxiliar,
quando houver, poderão permanecer na sala de jogo, sendo dever do árbitro, de
ofício ou a pedido de um dos jogadores, a retirada de outro técnico que
eventualmente esteja nesta sala.
Art. 88 Os técnicos deverão estar devidamente
uniformizados com a camisa de seu time.
§ 1º Em caso de impossibilidade de cumprimento desta
norma por um dos técnicos, o técnico adversário deverá manifestar aceitação ou
não, antes do início da partida, da não utilização do uniforme durante o jogo.
§ 2º Caso a partida seja iniciada sem a anuência ou
rejeição claramente manifesta de sua execução pelo técnico a quem é cabida a
decisão, será considerado consentimento tácito e a partida será válida.
§ 3º Em
caso de jogos oficiais de seleções ou outras competições nas quais os times
usados não são os registrados formalmente, será simplesmente aceita camisa
na(s) cor(es) do país ou de algum de seus uniformes.
Art. 89 Será vetada a recusa pelos técnicos ou pelo
árbitro escolhido quanto ao mediador da partida.
Art. 90 É defeso o uso de aparelhos celulares pelos
técnicos durante a partida, salvo em casos permitidos pelo árbitro.
Art. 91 É proibida a participação em jogos oficiais de
membro que estiver em débito com esta Liga.
Art. 92 É permitida a utilização de somente 1 (um) botão
de cor diferente das cores presentes em uniforme oficial de futebol do seu
time.
Art. 93 Consideram-se jogos oficiais os de campeonatos ou
torneios.
Art. 94 Consoante reza o Estatuto desta Liga, todos os
requerimentos deverão ser encaminhados por escrito à Diretoria Jurídica, posto que
a não feitura desta maneira tornará inefetivo o pedido.
São Luís, 10 de janeiro
de 2015.
Ferdnand Soares Gutman
Presidente da Liga Maranhense de Futebol de Mesa
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